Preciso parar com essas coisas

Galera, to zuado. Puta dor de garganta, febre, dor no corpo… é, quem manda abusar? o bloco domingão foi quebradeira total. Acordei e estava chovendo. “Sujou”, pensei. Mas eis que lá pelas 14h, horário marcado para o início da concentração, uma nesga de azul surge no céu. “Agora vai!” Peguei o busão, o bom e velho terminal pirituba que me deixou a uma quadra da pracinha. No bumba encontro o Toledo, e vamos tomar as abrideiras na Mercearia, já que só tinha cartão pra pagar as geladas.

Logo alguém aparece com uma garrafa de Ipióca. “Sujou”. Tomo umas 4 doses e desco pra encontrar os fritos na pracinha. O doido do Mau me recepciona com uma dose generosa de purpurina. Maldito. Pelo menos ele tinha uma garrafa de red label e gelo, que coloco no copo roubado do mercearia. A partir daí as lembranças são vagas. Só sei que tava muito divertido. O bloco sai, nóis vai atrás. Marchinhas. A velha brincadeira de pintar a cara do próximo. goró, goró. Quando chega no ponto final, já estou totalmente entregue ao palhaço. Caio no chão com uma mina, rolo. O copo que tava no bolso quebra, corto a mão. Aí começa a chover. Chover MUITO. muito mesmo. Um verdadeiro dilúvio. De lavar a alma. Mas porra, essa chuva não pára. E tá fria. “Agora fudeu. Vem aí a pneumonia”. O Thomazfala pra gente vazar, e vamos andando até a casa dele debaixo daquele temporal. Tomo um banho quente e ponho roupa seca. “Paulão, eu fiz salmão hoje, quer?”, pergunta Thomaz. Mas é claro que eu quero. Delícia. Depois de uma risadeira na sala, capoto. Acordo e parece que um caminhão passou por cima de mim. Sinto os primeiros sintomas, tosse, garganta rspando. Vou verificar o conteúdo da minha carteira que ficou secando e pra minha grande surpesa e alegria encontro uma nota de 50 que eu tinha escondido num bolsinho interno para emergências. E quando Thomaz propõe “Paulão, to indo pra praia agora, vamos?” nem pestanejo. Vamoae! Uma prainha agora é tudo que eu preciso pra curar.

E lá vamos nós pegar a estrada, junto com o Filippo e sua irmã recém-chegada da gélida itália. O litoral norte lindo como sempre, e com sol como nunca tinha visto. A combinação sol na cabeça e cerveja geladassa não contribuiu nem um pouco, e depois que voltamos ainda passamos na cerca-frango. Quando acordei na quarta-feira, minha garganta já não existia, substituída por uma ferida aberta que dói horrivelmente cada vez que algo passa por ela. Poisé, agora, meu amigo, é antibiótico e sobriedade pelos próximos dias, o que signfica que o carnaval para mim não vai existir. Tudo bem, saúde em primeiro lugar.

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~ por pnoviello em 19/02/2009.

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