Fim de semana prolongadíssimo

Éééé, amigos da Rede Bobo!

esse feriadão em São Paulo foi fueda, acabou com todas as minhas reservas energéticas, mas me diverti bastante e creio ter bastante material pra escrever sobre. depois entrarão relatos mais detalhados, mas por enquanto um resumo:

Quinta: Acordei as sete da manhã para entrevista de trampo lá nos cafundós de ALPHAVILLE. Aliás, se esse trampo rolar vai ser legal. Atribuição: administrar um Blog. heheh. Voltei pra casa e após fazer a Declaração de Imposto de Renda da mamma dei aquela cochilada pra aguentar a noite. Quinta i Breja rooteza, começou com o Flavião e o Fetu lembrando de Jucas lendários dos anos 90, avançou pra eu vendendo cerveja no bar e conquistando o RESPEITO da galera do CA e fazendo charminho com a mulherada, depois teve a peça mutcholoca dos caras lá, com a presença ilustre do ZEQUINHA do Castelo Rá-Tim-Bum, e sim, teve a Banda do Canil esmerilhando tudo até x horas (não aguentei ficar até o final, vazei com a carona salvadora do Miguel as 4h30). Único e recorrente deslize: acabou a breja quando a banda ainda tava começando).

Sexta: Obviamente, acordei zuado. A Bia e a Denise falaram que ia ter um almocinho sussa na casa delas e decidi rumar para lá, mas óbvio que fiquei bodeado e só consegui sair de casa as 18h, achando que o almoço já tinha rolado. Não consegui telefonar (TODOS os orelhões da cidade resolveram recusar meu cartão e obviamente o celular tá sem crédito). cheguei umas 19h na casa da bia e o rango tava saindo. Peixinho delícia, umas cervejas e pasmaceira na casa, o ponto alto foi brincar com o gato da casa, que fica alucinado ao ver um ramo de trigo. o danadinho até me arranhou, safado. Entorpecido, dormi no muy confortável sofá da casa, que por acaso é onde o gato (chamdo Iggy, aliás), costuma dormir.

Sábado: Acordei lá pelo meio-dia, fui pra casa, almocei e dei aquela bodeada preparatória para a virada. Como pretendia acompanhar as 24 horas de virada, saí de casa umas cinco e pouco, desci do busão no Terminal Bandeira e dei minha primeira caminhada pelo Centrão, atravessando o Anhangabaú e virando na São João até o palco onde o John Lord tava começando a bagunça. Sonzera. Mas antes de acabar fui rumo ao largo do Arouche, onde ainda passavam o som, até a casa do Tristinho, onde seria a concentração. Comprei uma caixinha de antarcticas no mercado ao lado e fizemos o esquenta, já com Sherlon, Tristão e Marion que estavam na sequela dum churrascão familiar. Após abastecer a caixa térmica de cervja, colamos primeiro no palco da Praça da República, onde tava rolando a lendária SOM NOSSO DE CADA DIA. Legal. Depois vamos ao palco jazz na rua conselheiro crispiniano, melhor palco, não muito cheio e com sonzeira de qualidade. Lá presenciamos a aparição do KASSAB, do qual há foto pra provar. Aí chega o Johnny e a Vivi determinados a ir pro palco brega, onde o landário WANDO tava se apresentando. O show do Wando mesmo foi xize, mas quando o mestre REGINALDO ROSSI subiu ao palco foi sensacional. Catártico, genial, presença de palco nota dez, engraçado, enfim, consagração total. Pra mim o melhor show da virada. Depois de tamanha comoção minha memória fica mais anuviada, mas lembro que depois de me perder e perambular sozinho por algum tempo recebi a ligação do Thomaz e fomos pra Estação da Luz no palco Raul, trombamos ainda o Koala, Zilio e Crovis, depois do Raul colamos no palquinho jazz onde rolou uma banda sensacional de ska-jazz, outro ponto alto. Em algum momento entrei numa nóia achando que a polícia tava atrás de mim (bem, acontece), vazamos de lá e pelas 8 da manhã, já com sol, entramos no Teatro Municipal, neste momento sem fila, e pirando com a arquitetura do pico vimos o show de uma tal da banda CAMA DE GATO bem legal, psicodelia progressiva carioca anos 70, mas claro que cochilei gostoso ali na galeria do Teatro. Saímos com fome, e aconselhei irmos na Padaria Santa Tereza, a mais antiga de São Paulo, delícia. Não tinha a lendária COXA-CREME e fui de empadinha e pão na chapa mesmo. Ainda entramos (todos pela primeira vez) na Catedral da Sé, quando tava rolando missa, mas não ficamos de dois minutos, apesar de lá ser realmente muito bonito, vitrais sensacionais. Mas estávamos sem condições. Achei que não ia aguentar o projeto de ficar até o final. Todo mundo queria ir embora, e eu fui com o Koala pra caverna dar uma bodeada, tomar um banho e voltar pra ver os Novos Baianos. Consegui ver o NB, mas a essa altura nem a cerveja tava descendo mais. As 17h30 rumei pra casa, missão cumprida. Como é legal essa Virada, como eu adoro o centrão, se tem algo bom nessa cidade de meu Deus é isso. Diversão total, mas devia ter mais vezes por ano e menos concentrada, pq, amigos, o negócio exige do preparo físico. Zuei o joelho, fiquei com umas puta bolhas nos pés, to quebrado, mas valeu!

Viva a cultura e viva São Paulo. É nóis!

e parabéns pro curintia vai, eles mereceram… hehe

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~ por pnoviello em 04/05/2009.

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